DO TERRITÓRIO AO PALCO: COMO SE CONSTRÓI O DIÁRIO DE UMA REPÚBLICA
20.05.2026
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Entrada Livre
20 DE MAIO | 19H00
Antecipando o espetáculo de dia 22 de maio, “A Casa Morreu – Diário de Uma República III”, o Café-Concerto acolhe uma conversa sobre o processo criativo da III edição do projecto Diário de Uma República, dedicada à temática da Habitação.
A sessão, que terá lugar no dia 20 de maio, marca a entrega oficial, ao CCC de Caldas da Rainha, da publicação que reúne as fotografias de um Portugal de hoje do Augusto Brázio e Nelson d’Aires. Num diálogo entre a direcção artística da Amarelo Silvestre, Fernando Giestas e Rafaela Santos, e o cenógrafo do espectáculo, Henrique Ralheta, exploramos como a fotografia se cruza com a dramaturgia e a cenografia para dar a vida à peça que subirá ao palco do Pequeno Auditório, no dia 22 de maio, às 21h30. Um encontro para descobrir as estruturas de criação de um projecto planeado a dez anos que está a mapear a identidade de Portugal através da imagem, dramaturgia e espaço cénico.
Diário de uma República (DR) é um olhar-ver artístico, através do teatro e da fotografia, atento ao que vão sendo as pessoas e as paisagens de Portugal, entre 2020 e 2030. A este projeto da Amarelo Silvestre juntam-se os fotógrafos Augusto Brázio e Nelson d’Aires. A I edição de DR foi dedicada à Justiça, a II edição, ao Trabalho e a III versa sobre temática da Habitação.
Com a presença dos diretores artísticos da Amarelo Silvestre, Fernando Giestas e Rafaela Santos, o cenógrafo Henrique Ralheta e o fotógrafo Nélson D’Aires.

